
Sunday, June 28, 2009
Diz Aí: e o diploma?

Thursday, June 18, 2009
O azar é deles!
Agora, se jornalista não precisa de diploma, por que não tiram a obrigatoriedade de estudar pra ser médico, pra ser juíz, pra ser qualquer outra coisa? Qual a diferença nas profissões? Não vejo nenhuma. Ahhh lembrei... Parece que pra ser político não precisa de diploma, né? Por isso que fazem coisas deste tipo. Um afff bem grande pra esse povo do STF.
Não tá morto quem luta, quem peleia
Isso para que fique cada vez mais claro, aos que estão chegando e que por mim passarem, que encontram-se diante de uma profissão com pelo menos 300 anos de tradição, que tem corpo docente qualificado, pesquisa, publicação nacional e internacional relevantes, representatividade científica e institucional (refiro-me à SBPJor, ao FNPJ, Fenaj, sindicatos etc.), e que é, portanto, digna de respeito.
Disse a meus alunos, ainda, - e o faço novamente agora -, que mais do que se perguntar se precisam ou não de formação universitária para exercer o jornalismo daqui para a frente, eles devem exigir que seus cursos de jornalismo, à revelia da instituição ou instância, lhes ofereçam cada vez mais qualidade; que seus professores estejam cada vez mais habilitados a exercer a docência em jornalismo, para que, por meio deste conhecimento, eles, os aprendizes, tenham cada vez mais condições de se tornarem jornalistas, distinguindo-se, por seu conhecimento e vontade, dos que não estão habilitados ao exercício da profissão, por não conhecê-la, e reiterando, assim, a diferença que o STF não soube compreender.
Como diz o verso daquela música cujo autor não lembro, “não tá morto quem luta; quem peleia”. Então é preciso lutar ainda mais, brigar ainda mais. É nisso que acredito. É isso que irei fazer. O conhecimento, uma vez mais, será a minha arma.
Um grande abraço a todos.
E a casa caiu

"O único recurso possível contra a decisão do Supremo (embargo de declaração) não mudaria o resultado do julgamento –apenas teria a função de esclarecer eventuais dúvidas relativas sobre o assunto. Por conta disso, o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo, já disse que a entidade não vai recorrer"
Sem saída, encurralados. É fato que a primeira expressão nossa seja de indignação. Não só por pagarmos a faculdade, levando em consideração que muita gente estuda anos e consegue vagas em federais, mas sim pela descrença em relação à profissão. Em entrevista ao Bom Dia Brasil, Celso Mello diz: “A comunicação de idéias, do pensamento, hão de ser livres, permanentemente livres, essencialmente livres, sempre livres”. Entretanto, isso não justifica que quem veicula isso, quem está frente às mídias, não tenha que ter qualificação para prestar o serviço. Que a comunicação de idéias e pensamentos devem ser livres, concordo, mas para isso servem os Blogs, por exemplo.
Que façamos a diferença mesmo que o nosso canudo não seja valorizado.
E fico na expectativa para ver no que isso vai resultar. Em que nível ficará a qualidade de informação no jornalismo brasileiro.
A expressão é indignação.
Wednesday, June 17, 2009
A última do STF

Considero isto um absurdo, pois todo o profissional deve ser qualificado e buscar qualificação. O diploma vem nesse sentido. Quem não tem diploma pode atuar como colaborador.