
Estes cavalos não são selvagens. Eles estão fugindo das cinzas do vulcão Eyjafjöll. Não por instinto, mas tangidos pelo seu criador. Por experiência, os habitantes da Islândia temem a eventual toxidade dos gases expelidos pelo vulcão, especialmente o cloro e o flúor, tão perigosos para os organismos vivos como são as partículas de silício para os reatores dos aviões.
Foto: Étienne de Malglaive/ABACA
Disponível em:
http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=32467>. Acesso em: 14 maio 2010.

Disponível em:
http://frolesmirandesas.blogspot.com/2010_02_01_archive.html >. Acesso em: 14 maio 2010.
Laço, Destino E Cavalos De Areia
Cláudio Talesman
Não pude deixar,
O tempo entender,
Como pode o amor
Sozinho convencer.
Cavalos na areia,
Desenhados por nós dois.
Seguido de um beijo,
Uma promessa pra depois.
Os meus passos vai tomar,
Seguindo meu destino
E o espaço finito entre nós dois.
O compasso tranformado
Vai anunciar caminho.
Bem estar
Nesse destino de nós dois.
Salto um precipício
Sem olhar pra trás,
Cavalgando, bem distante,
Não te vejo mais.
Quais os passos vão tomar,
Seguindo qual destino
E o espaço infinito entre nós dois.
O laço tranformado,
Anunciar caminho.
Deste espaço dividido por nós dois.
Não esqueça de mim,
Que te deixou pra trás
E tentou te ensinar a ser livre
E muito mais!
Tente vislumbrar
De longe o porquê.
E cruzarmos lá

Disponível em:
http://tomilhomentaehipericao.blogspot.com/2009_11_01_archive.html>. Acesso em: 14 maio 2010.